Visitei o Aeroporto de Curitiba, que fica em São José dos Pinhais, na região metropolitana. Quando cheguei a Curitiba, morei perto do aeroporto por alguns meses e, da minha casa, ouvia o som dos aviões, mas isso não me incomodava, pois o barulho não era alto. Resolvi conhecer o aeroporto por curiosidade, para ver alguns aviões de perto. No caminho, passei também pelo Teatro Paiol.
Em Curitiba, há o ônibus da Linha Turismo que passa por vários pontos turísticos e históricos, como a Torre Panorâmica, uma torre de telefonia com mais de 100 metros de altura que proporciona uma vista de 360° da cidade. Visitei o mirante e tirei fotos que capturam grande parte da paisagem urbana.
Eu morava em Dourados, uma cidade com cerca de 200 mil habitantes no interior de Mato Grosso do Sul. Por isso, ao me mudar para Curitiba, muitas coisas eram novidade para mim. Viver numa metrópole com tantos lugares diferentes me encantava, e eu adorava fotografar o que me chamava a atenção. Entre 2011 e 2013, usando uma câmera Kodak Easyshare M530, registrei várias fotos de Curitiba, mas, infelizmente, perdi a maior parte das imagens em alta resolução, restando apenas as versões menores. Algumas dessas fotos são impossíveis de recriar, pois capturaram momentos únicos.
Hoje de manhã, decidi voltar a fotografar e fiz alguns registros na Praça Santos Andrade. A foto com vários guarda-chuvas jogados numa lixeira, eu tirei num dia muito chuvoso, em 7 de junho de 2011, em frente ao Shopping Itália. Já a da Estação Central foi feita em 7 de setembro de 2013. Hoje, aquela árvore foi podada e resta pouco dela, e a agência dos Correios está em obras.
Em algumas entrevistas de emprego, o entrevistador costuma perguntar como me vejo daqui a cinco anos. Essa é uma pergunta difícil de responder, porque, há cinco anos, eu não conseguiria imaginar como estaria hoje. Acho que só daqui a cinco anos saberei como estarei e se meus planos deram certo.
Embora eu não possa alterar o passado, posso mudar a percepção que tenho dele e, principalmente, posso influenciar o meu futuro. Percebo que perdi muito tempo me preocupando e perseguindo coisas que hoje considero desnecessárias, enquanto deixei de fazer atividades importantes, como estudar outros idiomas, tocar violão e praticar exercícios.
No final de 2013, passei por um período difícil de saúde, enfrentando crises de pânico, estresse, ansiedade e despersonalização. Procurei ajuda médica e comecei a fazer tratamento. Ainda não estou totalmente curado, mas estou muito melhor e os sintomas estão diminuindo. Compreendi que minha melhora começou quando passei a gostar de viver. Apesar dos desafios e de tudo o que deu errado no passado, acredito que hoje sou mais sereno, maduro e feliz.
Quando eu estava pensando em quais toques colocar no meu celular, lembrei de alguns desenhos que assisto. Para os toques de SMS, escolhi um som que ouvi no desenho O Incrível Mundo de Gumball e outro mais suspense, de Apenas um Show. Para notificações de entrega, coloquei o Chaves avisando que já chegou o disco voador. Para chamadas, optei por Mordecai e Rigby cantando. Também adicionei um toque inspirado na abertura de Steven Universo. Por último, incluí um toque polifônico da música Israel, da banda Siouxsie and the Banshees, que encontrei no extinto site Umbraum, que falava sobre a subcultura gótica.
Eu estava procurando um celular básico. Encontrei um aparelho da Multilaser, modelo Vita, por R$ 252. Ele é bem simples, aceita três chips e cartão de memória. Tem rádio FM, MP3, Bluetooth e reproduz vídeos, mas eu o utilizo apenas para funções básicas, para não gastar muita bateria e fazer com que ela dure bastante. Uso para fazer ligações e receber SMS. Também utilizo o despertador, e ele tem uma lanterna bem útil. Há uma chave para travar o teclado e um botão SOS que liga para o número programado. Aparentemente, o aparelho foi pensado para pessoas com deficiência, pois o teclado é numérico, ele fala o número ao ser digitado e possui teclas em braille.
Quando eu era criança, sonhava em ver um jogo do São Paulo no estádio e também em assistir ao Rogério Ceni, meu maior ídolo do time, em ação. Hoje, finalmente consegui realizar esse sonho. Quando me mudei para Curitiba, surgiu a possibilidade de fazer isso, mas eu não conseguia ir aos jogos antes porque não tinha dinheiro ou tempo. No ano passado, quando Rogério Ceni anunciou sua aposentadoria, fiquei preocupado, achando que nunca poderia vê-lo jogar. Felizmente, ele renovou o contrato por mais uma temporada.
Meu primeiro emprego foi no cinema de um shopping em Curitiba, onde eu vendia pipoca e refrigerante. Naquela época, porém, eu morava em São José dos Pinhais. Passei por lá e visitei o bairro onde morei. Na Rua Almirante Alexandrino, fui ao Parque da Fonte e aproveitei para encher minha garrafa na fonte de água do bosque. À noite, fiz um lanche no Shopping São José.
No estacionamento da loja Copava da Volkswagen, em Curitiba, aconteceu um encontro com vários Fuscas. Como ficava no caminho para o meu trabalho, decidi passar lá para dar uma olhada no evento. Gostei de ver os diferentes carros que estavam expostos e também os carrinhos brasileiros em miniatura.
Utilizei o programa CPU-Z para registrar as informações do computador que estou usando atualmente. Isso permitirá que eu compare com futuros computadores e realize uma análise técnica das mudanças no hardware.
Hoje fui com minha família assistir a um espetáculo no circo. Essa é a segunda vez que visito um circo. A primeira foi quando eu era criança. Naquela época, eu morava em Dourados, e havia um terreno vazio em frente à rodoviária. Nesse terreno, eram montados parques de diversões e circos. Fui várias vezes quando eram parques de diversão, mas só uma vez quando era circo. Naquela ocasião, os espetáculos incluíam animais, algo que hoje é proibido. O espetáculo do circo foi muito bom, principalmente os palhaços, os mágicos e o globo da morte.
No início do ano, assinei a revista Proteste, que aborda temas sobre consumo. Ela testa produtos, explica os direitos do consumidor e oferece dicas de compras. Ao assinar, ganhei dois brindes que chegaram hoje: um relógio e uma mini câmera digital com acessórios. O relógio vem com alarme, cronômetro e calendário. Seu diferencial é um contador regressivo que emite um sinal ao final do tempo. A câmera é bem simples, sem flash, não tem memória interna e requer um cartão de memória de até 16 GB. Ela possui 5 megapixels e um zoom de até 4x. As fotos, com resolução de 2592×1944 pixels, lembram imagens de celular. Os vídeos, em formato AVI, têm 640×480 pixels. Dá para criar imagens legais com a câmera, desde que se use a criatividade. Ela tem um modo para filmar em movimento e inclui acessórios para isso. Também veio um carregador veicular. Para carregar a câmera, é preciso usar um adaptador USB.