Óculos espião

Comprei no Mercado Livre um óculos escuro equipado com uma câmera. Esse óculos espião possui dois botões: um deles serve para ligar, desligar, iniciar e encerrar as gravações; o outro, com o desenho de uma câmera, é usado para alternar entre os modos. Há duas pequenas luzes que indicam o modo: a luz vermelha sinaliza o modo de vídeo, a luz azul indica o modo de fotografia, e ambas acesas juntas representam o modo de gravação de áudio. O microfone é sensível. Segundo o manual, ele não deve ser carregado por mais de 4 horas, pois isso pode danificar a bateria. Os vídeos são gravados em formato AVI.

Câmera Reader’s Digest PN 919

Meu avô tinha uma câmera que ganhou de brinde por ser assinante da revista Reader’s Digest. Quando ele faleceu, minha mãe trouxe a câmera de Dourados, mas ela se perdeu porque minha família a emprestou para alguém que nunca a devolveu. Um dia, enquanto navegava no Mercado Livre, encontrei uma câmera idêntica à venda por R$ 38. Comprei, e ela chegou hoje. Embora não seja a câmera original do meu avô, é igual e serve como uma lembrança. Trata-se de uma câmera simples, totalmente analógica e manual, sem flash, que não usa pilhas. Pretendo usá-la em breve para tirar algumas fotos.

Fotografando a cidade

Eu morava em Dourados, uma cidade com cerca de 200 mil habitantes no interior de Mato Grosso do Sul. Por isso, ao me mudar para Curitiba, muitas coisas eram novidade para mim. Viver numa metrópole com tantos lugares diferentes me encantava, e eu adorava fotografar o que me chamava a atenção. Entre 2011 e 2013, usando uma câmera Kodak Easyshare M530, registrei várias fotos de Curitiba, mas, infelizmente, perdi a maior parte das imagens em alta resolução, restando apenas as versões menores. Algumas dessas fotos são impossíveis de recriar, pois capturaram momentos únicos.

Hoje de manhã, decidi voltar a fotografar e fiz alguns registros na Praça Santos Andrade. A foto com vários guarda-chuvas jogados numa lixeira, eu tirei num dia muito chuvoso, em 7 de junho de 2011, em frente ao Shopping Itália. Já a da Estação Central foi feita em 7 de setembro de 2013. Hoje, aquela árvore foi podada e resta pouco dela, e a agência dos Correios está em obras.

Presentes da Proteste

No início do ano, assinei a revista Proteste, que aborda temas sobre consumo. Ela testa produtos, explica os direitos do consumidor e oferece dicas de compras. Ao assinar, ganhei dois brindes que chegaram hoje: um relógio e uma mini câmera digital com acessórios. O relógio vem com alarme, cronômetro e calendário. Seu diferencial é um contador regressivo que emite um sinal ao final do tempo. A câmera é bem simples, sem flash, não tem memória interna e requer um cartão de memória de até 16 GB. Ela possui 5 megapixels e um zoom de até 4x. As fotos, com resolução de 2592×1944 pixels, lembram imagens de celular. Os vídeos, em formato AVI, têm 640×480 pixels. Dá para criar imagens legais com a câmera, desde que se use a criatividade. Ela tem um modo para filmar em movimento e inclui acessórios para isso. Também veio um carregador veicular. Para carregar a câmera, é preciso usar um adaptador USB.

Comprei uma nova câmera

Hoje eu comprei uma câmera digital compacta Nikon Coolpix S4400 por R$ 400. Ela é prática para fotografar, mesmo para quem, como eu, tem apenas um conhecimento básico sobre a parte técnica da fotografia. Ela também grava vídeos em HD (720p) e tem um bom zoom óptico. A tela é touchscreen, o que facilita selecionar as opções do menu e gerenciar as fotos. Para mim, é importante ter uma câmera assim, para que eu possa fotografar a cidade e também alguns eventos. Gosto de registrar lugares e momentos.